Medicamentos Genéricos: Acabaram as dúvidas?

Enviado em Padrão de Mario Sidnei Moreira | 1 de Agosto de 2007 @ 10:34

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A matéria publicada na edição 1740 da revista ISTOÉ, intitulada ‘Dúvida no ar’, como explicou a revista, teve como base o relato de médicos respeitados que tiveram problemas no tratamento de pacientes que fizeram uso de genéricos e no depoimento de consumidores que também sofreram complicações após a utilização deste gênero de remédio.

Na “Carta dos Leitores”, copyright IstoÉ, de 12/02/03 a Anvisa e a Pró Genéricos - Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos, São Paulo - SP, manifestaram-se em defesa da qualidade dos medicamentos.

Hoje, passados mais de 4 anos, acabaram as dúvidas?

Parece que não:

Dúvidas sobre eficácia e fiscalização voltam a colocar o sistema sob suspeita. A bioequivalência é feita por terceiros e a Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária - faz somente vistoria anual.

A Anvisa habilita laboratórios particulares ou de instituições para que façam os testes de bioequivalência.

Esse trabalho é custeado pelos fabricantes dos genéricos, que pagam para que laboratórios particulares avaliem se seus remédios genéricos apresentam eficácia no tratamento compatível a dos medicamentos de referência.

O assunto é abordado pelo Jornal Opção - On-line - de Goiania (de 05 a 12 de junho de 2007) que questiona:

É possível que um laboratório particular, pago por um fabricante, dê um laudo contrário ao remédio que seu financiador fabrica e comercializa?

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